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Psicologia, ciência, arte, espiritualidade, filosofia, cultura e outras coisas mais.

Mente...Corpo...Espírito

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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Motivação

Se você acha que já viu tudo sobre motivação e inovação, veja este vídeo e aplique-o mais rápido possível! O método é questionável, mas os efeitos são imediatos...risos.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O Consolador.

Por Geylson Kaio

No meu entendimento, o termo consolador está ligado aos atributos daquele que consola, que vigora, que tenta aliviar a dor e o sofrimento de alguém. Neste sentido, um amigo pode ser um consolador, quando se mostra disponível a aliviar as aflições, a confortar com palavras ou atos o que o outro está passando ou sentindo no momento.

Há instantes na vida que precisamos de conforto mais direto, de apoio, de alívio das tensões, de revigoramento, pois se assim não for, parece-nos que o mundo conspira contra nós, que somos o último dos sofredores, etc. Quem de nós não passou por momentos difíceis e que precisou da ajuda direta de uma outra pessoa para resolver um determinado problema pessoal? Quem de nós se julga tão amplamente cheios de recursos que não precisa do outro para realizar-se e satisfazer-se? Quem de nós não se viu na situação de auxiliar alguém, de confortar, de revigorar as forças e o animo daquele que se mostra tão debilitado, tão sofrido, tão desgastado física e emocionalmente?

Há situações em que apenas a presença de alguém querido, respeitado e amado, é a condição que faltava para que o conforto e a segurança íntima se restabeleçam. Inúmeros são os casos e os conflitos humanos que se agravam por falta de alguém no instante preciso e necessário de sua vida.

Assim sendo, podemos perceber que consolar as aflições dos outros não é necessariamente livrá-lhes dos problemas, nem mesmo resolver por eles, o que lhes cabe resolver. Nem tão pouco isto significa abandona-los a própria “sorte”, largá-los ao sabor dos ventos e tempestades que vier. Consolar é está pronto, mesmo que não esteja completo. É estar presente, mesmo que esteja ferido. É fazer-se disponível e mostrar-se compreensivo ao drama existencial humano. É mover-se de forças e ânimo para ajudar e facilitar os processos daquele que solicita.

Geylson Kaio é Psicólogo/Psicoterapeuta, Pós-Graduando em MBA - Gestão de Recursos Humanos, Consultor em Desenvolvimento Interpessoal, Expositor de temas diversos relacionados a Psicologia, Humanismos e Espiritualidade.

Eros... Amor e erotismo.

*Geylson Kaio

O que será que será...Que dá dentro da gente e que não devia...Que desacata a gente, que é revelia...Que é feito uma aguardente que não sacia...Que é feito estar doente de uma folia...Que nem dez mandamentos vão conciliar...Nem todos os ungüentos vão aliviar...Nem todos os quebrantos, toda alquimia...Que nem todos os santos, será que será...O que não tem descanso, nem nunca terá...O que não tem cansaço, nem nunca terá...O que não tem limite(...) Chico Buarque.

Eros, um deus do amor na mitologia grega, representa a paixão, o desejo. Filho de Afrodite e Ares, Eros é o símbolo dos apaixonados. Um inofensivo cupido, que esconde em sua flecha o poder da fantasia, do desejo, do erotismo.

Platão, grande filósofo grego, com seu amor sem toque, sem atração física, apenas contemplando o objeto de seu amor como numa relação ideal, funda o amor platônico. Um amor firmado na beleza do caráter e das qualidades pessoais. Mas também pode ser entendido como um amor contido, não revelado, escondido.

Já Eros, diferentemente de Platão, transforma-se no amor erótico. Ambos são amores, um enclausurado na mente, outro liberto pelas emoções. Um satisfeito com o pensamento, outro realizado no calor dos corpos em movimentação.

O desejo sexual é esse impulso da mente, do corpo, da alma, em busca da satisfação e do prazer. É o grande corcel negro que almeja correr livre entre as paisagens mais belas. O desejo sexual se alimenta basicamente de duas fontes: uma interna, outra externa. A fonte interna dos desejos são as fantasias, as vivências, a personalidade e o próprio amor. A outra fonte é a linguagem corporal, a cultura, as sensações como o cheiro, o calor, o odor, o olhar, a música.

O amor une e reuni todos num laço. O amor é o sentimento da excelência, difícil de defini-lo, escapando-se dentre os dedos da mão, mas é o fundamento, a forma e a cor em si mesmo.

O Psicólogo e Sexólogo Fabiano Di Girolamo, argumenta que o erotismo está presente em diversas civilizações antigas, como a Grega e a Romana, e que homens e mulheres representam o erotismo de maneira diferenciada. Para o homem, o erotismo ganha ênfase visual no corpo feminino, sendo atraído pela sua nudez. Ele tenta livrar-se de tudo o que possa causar obstáculo ao seu desejo, sonha com a satisfação imediata, sem necessidade de trabalho e com vigor irresistível. Para a mulher, a ênfase está na fantasia e no contato com a pele, zona de maior erotismo feminino. Ela pede romance, enamoramento, descoberta, encanto, mistério.

Enquanto a pornografia se constitui como um acessório explícito do desejo erótico, mas dispensável, o erotismo se define como uma das forças viscerais da psique que pressupõe uma arte erótica, de Eros, do amor, fazendo parte da estética. A erótica faz parte do mundo sexual simbólico, estético e artístico do ser humano, criando e recriando o belo pela própria arte de amar.

Reconhecemos na estrofe de Chico Buarque acima citada, a representação artística da dimensão do desejo que a gente sente, mas não devia... Que desacata a gente, que é revelia... E que é como um aguardente que não sacia, manifestando a força da energia libidinal que possuímos, onde sua expressão se dá no próprio exercício da sexualidade humana... O que não tem cansaço, nem nunca terá.

* Geylson Kaio é Psicólogo Clínico, Pós Graduando MBA – Gestão de Recursos Humanos, Espírita e Vice-presidente da ASSEPE – Associação de Estudos e Pesquisas Espíritas de João Pessoa/PB.

sábado, 6 de junho de 2009

A Águia e a Galinha -uma metáfora da condição humana. Era uma vez um camponês que foi a floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Coloco-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse o rei/rainha de todos os pássaros. Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista: - Esse pássaro aí não é galinha. É uma águia. -De fato – disse o camponês. É águia. Mas eu criei como galinha. Ela não é mas uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão. - Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar ás alturas. - Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia. Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse: - já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não a terra, então abra suas asas e voe! A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas. O camponês comentou: -Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha! -Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã. No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe: -Águia, já que você é uma águia, abra as suas asas e voe! Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.O camponês sorriu e voltou à carga: -Eu lhe havia dito, ela virou galinha! -Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma ultima vez. Amanhã a farei voar.No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe: - Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe! A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte. Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergue-se, soberana, sobre se mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez mais para o alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento...
E Aggrey terminou conclamando: -Irmãos e irmãs, meus compatriotas! Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus! Mas houve pessoas que nos fizeram pensar como galinhas. E muitos de nós ainda acham que somos efetivamente galinhas. Mas nós somos águias. Por isso, companheiros e companheiras, abramos as asas e voemos . Voemos como as águias. Jamais nos contentemos com os grãos que nos jogarem aos pés para ciscar. _____________________________________________ Obra: A Águia e a galinha – uma metáfora da condição humana. Autor: Leonardo Boff

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Caminhos para o infinito

"O tempo é tardança daquilo que se espera"
Martine Fiero.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Crescimento Psicológico - Individuação
Segundo Jung, todo indivíduo possui uma tendência para a individuação ou autodesenvolvimento. Individuação significa tornar-se um ser único, homogêneo, na medida em que por individualidade entendemos nossa singularidade mais íntima, última e incomparável, significando também que nos tornamos o nosso próprio si mesmo. Pode-se traduzir “individuação” como tornar-se si mesmo, ou realizar o si mesmo.
Individuação é um processo de desenvolvimento da totalidade e, portanto, de movimento em direção a uma maior liberdade. Isto inclui o desenvolvimento do eixo ego-self, além da integração de várias partes da psique: ego, persona, sombra, anima ou animus e outros arquétipos inconscientes. Quando se tornam individuados, esses arquétipos expressam-se de maneiras mais sutis e complexas.
Quanto mais conscientes nos tornamos de nós mesmos através do autoconhecimento, tanto mais se reduzirá a camada do inconsciente pessoal que recobre o inconsciente coletivo. Desta forma, sai emergindo uma consciência livre do mundo mesquinho, suscetível e pessoal do Eu, aberta para a livre participação de um mundo mais amplo de interesses objetivos.
Essa consciência ampliada não é mais aquele novelo egoísta de desejos, temores, esperanças e ambições de caráter pessoal, que sempre deve ser compensado ou corrigido por contra-tendências inconscientes; tornar-se-á uma função de relação com o mundo de objetos, colocando o indivíduo numa comunhão incondicional, obrigatória e indissolúvel com o mundo.
Do ponto de vista do ego, crescimento e desenvolvimento consistem na integração de material novo na consciência, o que inclui a aquisição de conhecimento a respeito do mundo e da própria pessoa. O crescimento, para o ego, é essencialmente a expansão do conhecimento consciente. Entretanto, individuação é o desenvolvimento do self e, do seu ponto de vista, o objetivo é a união da consciência com o inconsciente.
Como analista, Jung descobriu que aqueles que vinham a ele na primeira metade da vida estavam relativamente desligados do processo interior de individuação; seus interesses primários centravam-se em realizações externas, no “emergir” como indivíduos e na consecução dos objetivos do ego. Analisandos mais velhos, que haviam alcançado tais objetivos de forma razoável, constatou que tendiam a desenvolver propósitos diferentes, interesse maior pela integração do que pelas realizações, busca de harmonia com a totalidade da psique.
O primeiro passo no processo de individuação é o desnudamento da persona. Embora esta tenha funções protetoras importantes, ela é também uma máscara que esconde o self e o inconsciente. Ao analisarmos a persona, dissolvemos a máscara e descobrimos que, aparentando ser individual, ela é de fato coletiva; em outras palavras, a persona não passa de uma máscara da psique coletiva. No fundo, nada tem de real; ela representa um compromisso entre o indivíduo e a sociedade acerca daquilo que alguém parece ser: nome, título, ocupação, isto ou aquilo. De certo modo tais dados são reais, mas, em relação à individualidade essencial da pessoa, representam algo de secundário, uma vez que resultam de um compromisso no qual outros podem ter uma quota maior do que a do indivíduo em questão.
O próximo passo é o confronto com a sombra. Na medida em que nós aceitamos a realidade da sombra e dela nos distinguimos, podemos ficar livres de sua influência. Além disso, nós nos tornamos capazes de assimilar o valioso material do inconsciente pessoal que é organizado ao redor da sombra.
O terceiro passo é o confronto com a anima ou animus. Este arquétipo deve ser encarado como uma pessoa real, uma entidade com a qual é possível se comunicar e de quem se pode aprender. Jung faria perguntas à sua anima sobre a interpretação de símbolos oníricos, tal como um analisando a consultar um analista. O indivíduo também se conscientiza de que a anima (ou o animus) tem uma autonomia considerável e de que há probabilidade dela influenciar ou até dominar aqueles que a ignoram ou os que aceitam cegamente suas imagens e projeções como se fossem deles mesmos.
O estágio final do processo de individuação é o desenvolvimento do self. Jung dizia que o si mesmo é nossa meta de vida, pois é a mais completa expressão daquela combinação do destino a que nós damos o nome de “indivíduo”. O self torna-se o novo ponto central da psique, trazendo unidade à psique e integrando o material consciente e o inconsciente. O ego é ainda o centro da consciência, mas não é mais visto como o núcleo de toda a personalidade.
Jung escreve que devemos ser aquilo que somos e precisamos descobrir nossa própria individualidade, aquele centro da personalidade que é eqüidistante do consciente e do inconsciente. Dizia que precisamos visar este ponto ideal em direção ao qual a natureza parece estar nos dirigindo. Só a partir deste ponto podemos satisfazer nossas necessidades.
É necessário ter em mente que, embora seja possível descrever a individuação em termos de estágios, o processo de individuação é bem mais complexo do que a simples progressão aqui delineada. Todos os passos mencionados sobrepõem-se, e as pessoas voltam continuamente a problemas e temas antigos (espera-se que de uma perspectiva diferente). A individuação poderia ser apresentada como uma espiral na qual os indivíduos permanecem se confrontando com as mesmas questões básicas, de forma cada vez mais refinada. Este conceito está muito relacionado com a concepção zen-budista da iluminação, na qual um indivíduo nunca termina um koan, ou problema espiritual, e a procura de si mesmo é vista como idêntica à finalidade.
Fonte: http://www.psiqweb.med.br/persona/jung.html e http://www.psiqweb.med.br/persona/jung2.html(Dica do assinante Gilberto Ribeiro e Silva, de Porto Alegre/RS.)

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Dos Espíritos

Na construção do processo dialógico do Espiritismo, com profundo respeito às idéias diferentes, colocadas como reflexões de uma contextualização do conhecimento espírita, sem o caráter dogmático de inquestionabilidade, verificamos a necessidade de aprofundarmos nosso saber para preservarmos o progresso contínuo desta ciência. Sobre o estudo do tema “Dos Espíritos” contido no Livro dos Espíritos, segunda parte, capítulo I, formulamos algumas reflexões. Sobre a origem dos Espíritos, obtêm-se como resposta padrão, que não se pode dizer de que modo, nem quando o Espírito ou Princípio Espiritual foi criado, sendo um mistério o princípio das coisas. Sabemos, segundo a Doutrina Espírita, que o Princípio Espiritual ou Princípio Inteligente, quando se individualiza, passa a ser definido como Espírito. Mas não sabemos como se dá essa transformação, esse processo de individualização, do ponto de vista dos Espíritos, nem o período em que ocorre e se ocorre no planeta terra. Estas são algumas das indagações que fazemos e que necessitam de mais aprofundamento. Mesmo passando por uma transformação da qual não sabemos como se dá, o Princípio Espiritual não é matéria física, mas um ser inteligente da criação Divina. Acreditamos que os questionamentos realizados por Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, onde se busca uma melhor definição sobre a natureza dos Espíritos, são bastante coerentes, mas com respostas ainda imprecisas e complexas do ponto de vista de uma compreensão suficiente para o nosso atual momento evolutivo. Na questão 82 do já citado livro, Kardec pergunta aos Espíritos se seria certo dizer-se que os espíritos são imateriais. A resposta recebida não foi muito conclusiva: “dizer que os Espíritos são imateriais, não seria bem o termo, mas incorpóreo seria mais exato”. Ora, porque os Espíritos que ditaram as respostas, não acompanharam o raciocínio de Kardec afirmando que são imateriais, tendo em conta que os Espíritos não são matéria? Porque nas respostas seguintes, em questões semelhantes, afirmar-se a expressão “incorpóreo”? Os Espíritos hão de ser alguma coisa. Que coisa seria essa? Pensamos e refletimos que as respostas oferecidas estão corretas, desde que, seja considerado que os Espíritos são formados por uma substância elementar espiritual, de matéria não-física, sendo, portanto, matéria espiritual de difícil comparação elucidativa. Essa linha de raciocínio aqui exposta vai ao encontro do que diz Kardec, no comentário da questão 82 de O Livro dos Espíritos: “Dizemos que os Espíritos são imateriais, porque, pela sua essência, diferem de tudo o que conhecemos sob o nome de matéria”. Havendo outra natureza e definição de matéria, que não seja de origem física, mas de origem espiritual, seria certo dizer que os Espíritos são incorpóreos (não-corporal), mas constituídos por uma espécie de “matéria psi”, no dizer de Hernani Guimarães Andrade ou “matéria mental”, no dizer de André Luiz? Ainda estamos no campo das hipóteses. Faltam-nos dados de confirmação para assegurar tais questionamentos, mas verificamos que há lógica e racionalidade para considerar a existência de uma imaterialidade física do Espírito, com uma materialidade psi ou espiritual. Também quero salientar que não acredito que os Espíritos se confundiram nas respostas, nem que Kardec tenha criado alguma confusão na elaboração de seu raciocínio. A imprecisão que existe é fruto das indefinições e da falta de maiores aprofundamentos sobre assunto. Os conhecimentos extraídos hoje da física quântica, por exemplo, têm possibilitado uma maior compreensão dos níveis de matéria existentes no universo. A mecânica quântica não foi uma teoria elaborada no tempo de Kardec, mas os seus princípios teóricos podem se encontrados com outras denominações na síntese do Espiritismo. O esforço por tentar encontrar respostas cada vez mais próximas da realidade, se constitui no próprio esforço de atualização do Espiritismo. *Geylson Kaio é Psicólogo/Psicoterapeuta clínico, Consultor e Vice-presidente da ASSEPE.